O paciente chega intubado, com quatro bombas, dois drenos, fios epicárdicos e uma pressão que não fecha. Você tem minutos — não uma revisão de literatura.

O que você recebe
Destilado de um tratado de 137 páginas nos blocos de decisão que resolvem plantão. Uma página por problema: a cena, o mecanismo, o algoritmo e a armadilha.
01
O handoff que decide o pós-op (OPERA), a primeira hora sem omissões (PORTA) e a herança da CEC (PRIME) — por que ele chega vasoplégico, edemaciado e coagulopatico.
02
Da pressão à perfusão: DO₂, a sequência VIP e o mnemônico CÉLULA. A matriz de fenótipos de choque e as 5 causas-mãe do baixo débito, na ordem em que se corrige.
03
Tamponamento loculado, CALS em 5 minutos, IAM tipo 5, falha de enxerto e suporte circulatório — BIA, microaxial, DAVD e VA-ECMO, com o que cada um custa.
04
O que é sangramento normal hora a hora, os limiares de reexploração, TEG/ROTEM lido pelo defeito e a reposição dirigida por componente — com doses de referência.
05
Diagnosticar a hipoxemia antes de recrutar, prontidão para extubação, as 4 perguntas da oligúria, ERAS e desinvasão por pergunta encerrada.
Extra
5 páginas com as perguntas que travam o plantonista às 3 da manhã — incluindo o cartão de quando chamar a cirurgia e o SBAR de 30 segundos que gera resposta imediata.
Por dentro




Ancorado em Bojar, Manual of Perioperative Care in Adult Cardiac Surgery (6ª ed., 2021), nas diretrizes EACTS/EACTAIC/EBCP 2024 de CEC e patient blood management, STS/SCA 2021 e no consenso ERAS Cardiac.
→ Você pega plantão em UTI que recebe pós-operatório de cirurgia cardíaca
→ É intensivista, cardiologista, clínico ou residente
→ Trabalha com ou sem monitor avançado disponível
→ Quer decidir pelo mecanismo, não pela regra decorada
→ Procura um protocolo para seguir sem pensar
→ Espera doses prontas para importar sem validar no seu serviço
→ Quer um material que substitua discussão com a equipe cirúrgica — este não substitui, e diz isso na página 2
Dúvidas
É. Sem pegadinha e sem cartão. O guia é a porta de entrada do conteúdo da Afya Medicina Intensiva — se ele te ajudar no plantão, você vai querer conhecer o resto.
Cerca de 25 minutos de ponta a ponta. Mas ele foi desenhado para consulta: o sumário leva direto à página do problema, e cada algoritmo termina em reavaliação — nenhum termina em “observar”.
Serve, e isso é deliberado. Há um bloco inteiro sobre as quatro janelas de perfusão — cérebro, pele, rim e metabolismo — que não custam nada e resolvem a maior parte dos plantões sem monitor avançado.
Não. As doses são referência do algoritmo do Bojar e o guia é explícito: compatibilize com o protocolo transfusional e institucional do seu serviço. Material educacional não substitui protocolo, juízo clínico nem discussão com a equipe cirúrgica.
Não. Você recebe o guia e conteúdo de medicina intensiva. Sai quando quiser, em um clique.
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